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De: Sergio Silva em Recife, 04/03/2016 11:30:14h

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Concurso

Farmácia Nativa de Belém é finalista para o prêmio da Fundação Banco do Brasil de Tecnologias Sociais

Fundação Banco do Brasil estimula ideias que envolvam comunidade no desenvolvimento sustentável

Ascom  

29/09/2009

Sabonete de açaí para hidratar a pele; de alecrim-pimenta ou aroeira, anti-microbianos. Xarope de guaco com copaíba para expectorar e variadas pomadas medicinais, anti-inflamatórios além de cosméticos que combinam exóticas misturas de ervas, perfumes de pau-rosa ou o aroma da planta priprioca,  um dos sucessos da  empresa Natura.

Estes são alguns dos 11 produtos desenvolvidos e comercializados na Oficina de Manipulação da Farmácia Nativa, da Prefeitura de Belém. A iniciativa está entre os 24 finalistas para o prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social de 2009, cujo resultado final está previsto para novembro.

A Farmácia Nativa, que funciona no centro de Belém, está equipada com laboratório,  espaço para a venda dos produtos e ainda algumas salas de aula.  Ali são capacitados, por exemplo, os erveiros do centenário mercado Ver-O-Peso, treinados para a produção e comercialização de fitoterápicos a partir das plantas medicinais.  A iniciativa está entre os 24 finalistas para o prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social de 2009, cujo resultado final está previsto para novembro.

A premiação da Fundação Banco do Brasil ocorre a cada dois anos e  busca identificar e difundir iniciativas, técnicas e metodologias que se enquadrem no conceito de tecnologia social. Nos últimos dois anos a equipe da Farmácia Nativa capacitou mais de 1.000 pessoas, entre comerciantes, técnicos interessados em estabelecer um pequeno comércio e profissionais da saúde entre outros.

O curso busca ensinar, por exemplo, as erveiras  e erveiros a manipular o material coletado, adicionar o álcool  correto aos perfumes que serão comercializados,  combinar aromas e, principalmente, identificar e ampliar o arsenal terapêutico para a saúde pública por intermédio das práticas da medicina caseira. As ervas são cultivadas nas Unidades Municipais de Saúde em farma-hortos  com objetivo de uma melhor qualidade de vida e alternativa de fonte de trabalho e renda com o cultivo das plantas medicinais.

O projeto acaba promovendo uma troca constante entre equipes  de farmacêuticos, bioquímicos e comerciantes detentores dos saberes tradicionais da região que há anos vivem da coleta e comercialização das ervas. “Em cada uma destas barracas comercializa-se em média 70 diferentes tipos de ervas” explica o farmacêutico e bioquímico Christian Neri Lameira, um dos responsáveis pela Farmácia Nativa, em parceria com o Fundo Ver-o-Sol, da prefeitura de Belém. Segundo Neri durante o Fórum Social Mundial, que aconteceu em janeiro, a Farmácia Nativa  foi um enorme sucesso junto à enorme população de estrangeiros. “Abastecemos todo o Fórum, diariamente, com pomadas contra picada de mosquitos, chás e remédios para diferentes espécies de problemas estomacais” conta ele.

 Para o diretor de Desenvolvimento Social da Fundação Banco do Brasil, Jorge Alfredo Streit, o fato de um projeto ser aceito como uma tecnologia social certificada já lhe dá  uma visibilidade muito grande. “O prêmio é hoje um dos maiores acontecimentos nesse campo das tecnologias sociais, pois já agrega uma grande respeitabilidade devido ao cuidado que temos com o processo da premiação”, afirma. Segundo Streit, a Fundação já recebeu o depoimento de diversas instituições que, depois de terem projetos certificados como tecnologia social, passaram a ser conhecidas nacionalmente e até mundialmente.

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social foi criado em 2001. Em 2009,  o prêmio está na 5º edição. Isso porque ele é realizado de dois em dois anos para permitir a alternância entre os períodos de captação e disseminação de soluções. O prêmio tem por objetivo identificar, certificar, premiar e difundir Tecnologias Sociais já aplicadas, implementadas em âmbito local, regional ou nacional e que sejam efetivas na solução de questões relativas a “água, alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, renda e saúde”. Além disso, as tecnologias certificadas passam a integrar o Banco de Tecnologias Sociais, que integra soluções que podem ser conhecidas e consultadas por tema, área de atuação, entidade executora, público-alvo, região, estado. O banco de dados contempla informações sobre problemas solucionados, municípios atendidos, recursos necessários para implementação, entre outros detalhamentos das tecnologias sociais certificadas.

 

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